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O USO DO QR-CODE E REALIDADE AUMENTADA COMO RECURSO TÉCNICO DA CONSOLIDAÇÃO DO TURISMO NA CIDADE DE CAMPINA GRANDE-PB

 Embora reconheçamos que o uso de tecnologias seja cada vez mais usual, observou-se que os mesmos além de não serem específicos para o combate à Covid-19, conforme mapeamento de patente previamente realizado, carecem de conhecimentos mais específicos sobre leituras de paisagens e práticas territoriais, especialmente para segmentos que trabalham diretamente com a promoção da saúde. O projeto surge de uma atividade de extensão realizada em 2020 junto aos ACS através de ambiente virtual através da qual constatamos a importância de desenvolvimento de um aplicativo que possibilite uma maior facilidade da leitura das paisagens de risco à contaminação pela Covid-19.

EQUIPE DE EXECUÇÃO

Estevão

Estevão Aires 

graduando em geografia na Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), estudante/pesquisador membro do Grupo de Pesquisas Integradas em Desenvolvimento Socioterritorial (GIDs), estudante/bolsista CNPQ PIBITI 2019-2020 responsável pela execução da pesquisa “Uso do QR-Code e Realidade Aumentada e Bolsista CNPQ 2020-2021 executando a pesquisa “Portal Interativo para informações turísticas.Formação anterior, técnico-profissionalizante, Desenvolvedor de aplicativos para mídias digitais EJATEC, NTE – Núcleo de Tecnológia Estadual, (certificado internacional junto ao curso, CODE.org). Apoiador e contribuinte nas inovações tecnológicas para comunicação e evolução do bem-estar comum na sociedade.e

Yury

Yury Lima

Graduado em Licenciatura em Geografia pela Universidade Federal de Campina Grande (UFCG – 2017), pesquisador do Grupo de Pesquisas Integradas em Desenvolvimento Socioterritorial GIDS. Desenvolve pesquisas na produção dos espaços urbanos, produção do espaço turístico, e ensino de Geografia. Entusiasta das tecnologias móveis, vestíveis e científicas, estudou 1(um) período de Engenharia da computação pelo Instituto Federal da Paraíba (IFPB), para aprimorar seus conhecimentos na criação de softwares e hardwares destinados a produção dos conhecimentos geográficos. Atualmente, com formação pela Google Education,

PROPOSTA JARDINEIRAS

01 Marco Zero
Ponto de Saída. Aproveite antes para tomar uma água de côco, conhecer as margens do açude velho e o parque da Criança
02 Estação Chateaubriand
Importante espaço de eventos e de exposição cultural
03 Museu do Algodão
Visite o museu e viagem na história da Capital do Algodão
04 Rota Cultural
Que tal uma caminhada às margens do açude?
05 Vila do Artesão
Aqui você tem um econtro com a cultura nordestina
06 Parque do Povo
Visite o espaço do Maior São João do Mundo
07 Estação Feira Central
Um dos pontos que mais expressam a identidade campinense
08 Rodoviária Velha
Visite a cidade histórica
09 Via gastronômica
Visite alguns dos principais restaurantes da cidade
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Entre os anos de 2015 e 2017 o Grupo de Pesquisas GIDs desenvolveu uma proposta de estruturação do turismo na cidade de Campina Grande a partir da inclusão do Projeto Jardineiras que consiste na sugestão de um roteiro turístico estruturado a partir da identificação dos pontos turísticos da cidade. O projeto fez parte de uma pesquisa financiada pelo CNPq e contou com a participação de pesquisadores e estudantes do Grupo de Pesquisas GIDs sob a coordenação do Prof. Dr. Xisto Souza Júnior e executada pelo estudante Yury lima que anos depois, já como pesquisador, atua como supervisor de uma proposta de aplicativo com realidade aumentada reunindo informações turísticas, geográficas e históricas. Visite o site Cidades Inteligentes para outros detalhes

A PROPOSTA DE ROTEIRO É DE AUTORIA DO GRUPO GIDs & PROSAUDE GEO. AS PROPOSTAS DE ROTEIROS, INCLUINDO OS NOMES, SÃO FICTÍCIAS, MAS AS INFORMAÇÕES CORRESPONDEM AOS PONTOS TURÍSTICOS IDENTIFICADOS.

Inaugurado no centenário de Campina Grande, no ano de 1964, o monumento ‘Os Pioneiros da Borborema’ virou ponto turístico do município. Instaladas às margens do Açude Velho, as estátuas foram trazidas do Rio de Janeiro e apresentam três figuras que ajudaram a criar a cidade. O índio representa o início de tudo. A catadora de algodão faz referência à ‘Era de Ouro’ de Campina Grande, quando o município se tornou o segundo maior exportador de algodão do mundo. E o tropeiro presta homenagem à vocação comerciária da cidade. (Portal G1 Paraíba).

Foi criado em 1967, fruto da Campanha Nacional dos Museus Regionais, idealizada pelo magnata das comunicações Assis Chateaubriand, que tinha por objetivo dotar as diferentes regiões do Brasil com expressivos acervos de arte. Sua coleção é composta de mais de 500 objetos, entre quais destacam-se pinturas, esculturas, desenhos, gravuras e colagens, produzidos por artistas brasileiros e estrangeiros, abrangendo majoritariamente o período que vai desde o Academicismo oitocentista às vanguardas da década de 1960. (Fonte: Wikipedia)

 

A primeira estação ferroviária de Campina Grande foi inaugurada em 1907, pela companhia férrea inglesa Great Western, como intento do então prefeito Cristiano Lauritzen, transformando nossa cidade no terminal da linha. Até a década de 40, a Estação Velha, como é conhecida hoje, foi o ponto de destaque no desenvolvimento econômico e cultural campinense. Local histórico de Campina Grande, foi a principal estação ferroviária da cidade no século XIX, e atualmente comporta o museu do algodão, produto que caracterizou o crescimento econômico, político e social da cidade. (Blog Retalhos Históricos de Campina Grande, 2019).

 

Na Estação Três Pandeiros o visitante tem acesso a três importantes empreendimentos culturais da cidade de Campina Grande: o Museu de Arte Popular (Três Pandeiros), Monumento Farra da Bodega e  Museu Tropeiros da Borborema. Destaca-se ainda o fato do visitante poder realizar passeios ciclísticos e  ter acesso a diversos restaurantes entre os quais o famoso e tradicional Bar do Cuzcuz

Inaugurada em 22 de dezembro de 2010, constituindo-se num espaço destinado à comercialização de produtos artesanais, o local destinado a venda de produtos de caráter artesanal, produzidos pelas mãos dos artesãos do município de Campina Grande.  Com 77 chalés que expõem trabalhos com couro, barro, fios, madeira, algodão colorido, pedra, tijolo, tecidos, além de inúmeros artigos autossustentáveis. Próximo a Vila do Artesão o visitante tem acesso ao Museu do Artista Paraibano. (Blog Retalhos Históricos de Campina Grande, 2019).                         

 

O Parque do Povo é uma das principais atrações turísticas da cidade de Campina Grande.  Espaço de importantes eventos como o Encontro da Consciência Cristã entre fevereiro e março e do Maior São João do Mundo no mês de junho. Próximo dali o visitante tem acesso à secretaria de educação, Museu vivo de Ciência e Tecnologia e Parque Açude Novo                   

 

Este ponto possibilita acesso a diversos locais de grande relevância urbano cultural na cidade de Campina Grande entre os quais a Feira Central, uma das mais tradicionais dentro de um espaço urbano, a Catedral Nossa Senhora da Conceição, Museu Histórico de Campina Grande e Instituto Histórico e Geográfico de Campina Grande

Neste ponto o visitante poderá conhecer um importante relicário urbano da história de Campina Grande (a estação velha) além de fácil acesso ao sítio histórico com seus casarões de Art Decor, ruas antigas e a praça da Bandeira que se constitui como um dos mais importantes espaços de reivindicações.

Na via gastronômica o visitante tem acesso aos principais restaurantes e pizzarias da cidade e do complexo FoodPark3 com acesso a opções de recreação .

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